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MAIS DE 700 QUADROS FORMADOS PELA UNIVERSIDADE LUSÓFONA DA GUINÉ - 17-08-2013

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Article posté le 17-08-2013

O reitor da Universidade Lusófona da Guiné (ULG) Rui Jandi afirmou à Gazeta de Noticias que a instituição que dirige já formou 716 quadros guineenses de 2011 até a data presente, nas áreas de Economia, Administração Gestão de Empresas, Gestão do Recursos Humanos, Sociologia, Serviço Social, Ciências de Educação, jornalismo e Comunicação Organizacional, Enfermagem Superior e Engenheira informática.

Segundo Rui Jandi a Universidade também ministra curso de Direito cujos formados devem receber seus diplomas ainda este ano.
Para Jandi as perspectivas da ULG consistem fundamentalmente em melhorar o ensino nacional através de algumas reformas previstas.
“Pensamos que temos que ter um ensino consistente e de qualidade por isso, brevemente para mês de Outubro vamos iniciar o novo ano lectivo nas nossas novas instalações citas junto a fortaleza d’Amura,” disse.
Apesar de vários constrangimentos e vicissitudes por que passa a ULG, conforme Rui Jandi, consequência da conjuntura socioeconómica do país a ULG está preparada e encorajada a ultrapassar as barreiras impostas pela conjuntura actual vigente no país, com “empenho, dedicação e espírito de sacrifício.”
Indagado sobre a parceira da ULG com o governo na altura da criação da Universidade Amílcar Cabral Universidade Amilcar Cabral (UAC), o reitor disse que na altura houve uma parceria que resultou na criação da UAC que,  embora no momento está suspensa, vai abrir dentro em breve, conforme foi anunciado e reiterado pelas autoridades da Educação.
“Do nosso lado, pensamos ter uma colaboração profícua com a UAC e, desde já, felicitamos a sua direcção pelos esforços que está a empreender para a areabertura da Universidade Amílcar Cabral. Até lá, nós continuamos a funcionar como uma instituição pública, porque há um acordo entre o estado da Guiné-Bissau e a Cooperativa de Formação e Animação Cultural (COFAC), e nós entendemos que o acordo é para ser cumprido. Por isso estamos a ser parceiros do governo na área do ensino superior,” declarou. Por outro lado, afirmou que o Governo ainda não cumpriu com a sua obrigação como assinante do acordo, no sentido de ceder um terreno, a titulo definitivo, para a instalação de um campo universitário da Universidade Lusófona da Guiné. Jandi sublinha que “recebemos garantias da parte do actual ministro da Educação, Dr. Alfredo Gomes, de tudo fazer para que possamos ter um terreno. Aliás, devo dizer que o Dr. Alfredo é uma pessoa aberta ao diálogo e está a revelar sentido de estado nas questões referentes a áreas da educação. Estamos muito satisfeitos com esta abertura de espírito da parte do ministro da educação e pensamos que o governo vai cumprir com as suas obrigações porque há um termo de acordo e é para cumprir. Portanto, você não pode só reivindicar os direitos; quando você reivindica direitos é porque deve  cumprir as suas obrigações resultantes do acordo.”
O responsável da Universidade Lusófona da Guiné disse que a  instituição celebrou recentemente um acordo de parceria com a empresa de telecomunicações internacional MTN para a concessão de bolsas de estudos para os estudantes carenciados. “Pensamos intensificar mais contactos com as outras empresas, porque a Universidade está para servir a comunidade e a sociedade,” informou.

Em relação a questão financeira aquele responsável afirmou que até agora a ULG “só vive das propinas”,  mas adianta que “vamos arranjar outras fontes de financiamento de forma a imprimir maior dinamismo no funcionamento da instituição.” Sobre as diferenças no pagamento das propinas na ULG Jandi disse que os alunos que pertencem a UAC pagam 15 mil Francos cfa e os estudantes inscritos na ULG pagam, actualmente, 20 mil francos cfa. “ Isso é um ajuste, porque ainda não aumentamos as propinas, até porque a mensalidade vai custar 25 mil Francos cfa para este ano. Tendo em conta a conjuntura sócio económica e o custo de vida,” anunciou.  
Rui Jandi salientou que Universidade Lusófona da Guiné, após uma avisada maturação de que resultou a sua criação em Novembro de 2008, é sucursal da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa com conteúdos programáticos idênticos aos da Universidade de Lisboa. É uma Instituição privada de utilidade pública não só porque tem por missão formar quadros para servir a Guiné-Bissau. Acrescentou que tem estado a desempenhar as funções de uma Universidade pública, ao abrigo do acordo celebrado entre o Governo da República da Guiné-Bissau e COFAC- (Cooperativa de Formação e Animação Cultural) em Novembro de 2008.  

Fadel Gomes
 

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