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GÂMBIA NEGA QUALQUER APOIO À DESESTABILIZAÇÃO NA GUINÉ-BISSAU - 24-11-2012

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Article posté le 24-11-2012

O embaixador da Gâmbia na Guiné-Bissau, Abdu Djedju, negou hoje (quarta–feira) que o seu país possa servir de base ou de apoio a quem queira desestabilizar a Guiné-Bissau, como tem sido sugerido pelas autoridades civis e militares guineenses. 

O embaixador da Gâmbia falava aos jornalistas após uma audiência com o Presidente de transição guineense, Serifo Nhamadjo, a quem, disse, apresentou cumprimentos

pela última festa muçulmana, o Tabasky, no mês passado.   

Adbu Djedju começou por dizer aos jornalistas que a sua audiência com Serifo Nhamadjo não se destinava a falar dos assuntos políticos entre os dois países mas,

após insistência, acabou por comentar as acusações dos militares e elementos do Governo de transição de que a Gâmbia estava a dar abrigo aos desestabilizadores da Guiné-Bissau.

"Sempre disse que o Governo da Gâmbia está sempre ao lado da Guiné-Bissau em diferentes situações difíceis, pelo que em nenhuma situação a Gâmbia poderá ser

parceira de alguém que queira desestabilizar a Guiné-Bissau", defendeu Abdu Djedju. 

 As chefias militares e elementos do Governo de transição guineense, nomeadamente o porta-voz do executivo e o ministro dos Negócios Estrangeiros, acusaram a Gâmbia

de servir de base de elementos ligados ao governo deposto, designadamente o ex-chefe das Forças Armadas, Zamora Induta, para acções desestabilizadoras na Guiné-Bissau.

Sem responder directamente a estas acusações, o embaixador gambiano em Bissau lembrou que o Presidente Yaya Jammeh sempre considerou os dois países como um todo.   

"O Presidente Yaya Jammeh sempre diz que a Guiné-Bissau e a Gâmbia têm o mesmo povo, que apenas vivem em dois espaços geográficos. A Gâmbia sempre considera a Guiné-Bissau como um país irmão", afirmou o embaixador Abdu Djedju.   

No passado dia 21 de Outubro um comando militar alegadamente liderado pelo capitão Pansau NTchamá, atacou, segundo o executivo, o quartel dos pára-comandos (uma força de elite do exército guineense), tendo morrido seis pessoas.   

As autoridades civis e militares guineenses dizem que Pansau NTchamá partiu da Gâmbia para a Guiné-Bissau.

 

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