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DELEGADO DO MPD DENUNCIA AGRESSÃO POR UMA CONCIDADÃ CABO-VERDIANA - 25-11-2010

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Article posté le 25-11-2010

 Em conferência de imprensa esta segunda-feira, o representante do MpD na Guiné-Bissau denunciou ter sido vítima de agressão, por uma concidadã cabo-verdiana, em Canchungo, norte do país. 

Segundo Benvindo Rodrigues “no passado sábado, 20 de Novembro, cheguei a Canchungo por volta das 11:30 para sensibilizar as pessoas para o recenseamento que se efectuava nesse único dia. No momento (cerca das 12:00) em que a última pessoa estava a escassos metros do posto, decidiu, unilateralmente, a D. Liberata Tavares, membro da CRE e destacada dirigente do PAICV na Guiné-Bissau, suspender o processo, alegando que tinham que ir a Bafata, coisa que só estava programada, com conhecimento prévio do presidente da CRE, para as 16:30 desse dia, tendo em conta que os 3 cabo-verdianos aí residentes só estariam disponíveis a partir daquela hora.”

“Propus a D. Liberata que aguardasse pela chegada desse senhor e ela me disse que não e ripostei que a sua atitude e postura perante os membros do Mpd na CRE e o delegado deste partido, desde o início deste processo de recenseamento, tem sido de insultos e confrontações permanentes, e que não aceitaríamos isso, factos bastas vezes discutidos nos encontros da CRE. Respondeu a D.Liberata, que eu sou mal educado, que não tenho moral e, como me encontrava a uma distância de 40 centímetros dela, atirou-se a mim com uma bofetada, que defendi, mas acabou por me arranhar a face, o pescoço e rasgar a camisa que trajava, situação comprovada pelo relatório médico e constante dos autos da Polícia”, refere Rodrigues.

Segundo Benvindo Rodrigues, o condutor Semba, o supervisor Fernando e a operadora do kit Veronica, todos do PAICV, intervieram no conflito a favor da D. Liberata. Afirma que esta foi apresentar queixa à polícia, mas sem nenhuma marca física da “minha suposta agressão” contra ela. Essa senhora já tinha prometido antes (há testemunhas!) esbofetear-me e nesse dia quis executar o seu plano.

Em jeito de campanha Rodrigues diz que “sabendo que vai perder as próximas eleições legislativas, o desespero tomou conta desse  partido, tanto dentro como fora de cabo verde, instruindo os seus capangas a provocar, a caluniar e a agredir verbal e físicamente as pessoas próximas do MpD. mas isso não nos estranha, porque é o método típico de alguém em desespero de causa. Todavia, não vamos vergar a esse tipo de provocações!”

Continuamos serenos a aguardar pele desfecho deste caso, sabendo, de antemão, que a razão está do nosso lado. Todavia, enquanto delegado do MpD na CRE, não abdicaremos do nosso papel de fiscalizar o processo de recenseamento biométrico e de garantir a sua total transparência, mesmo contra a vontade dos acólitos do PAICV.    

 

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