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Cultura
DULCE NEVES ENCANTA A DIÁSPORA - 15-08-2010

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Article posté le 15-08-2010

A cantora guineense actuou no salão de espectáculos CPLP,   mobilizando muita gente para uma noite de festa e harmonia pela paz do seu país. Estiveram presentes conhecidos nomes como Sidó, Justino, Manecas, entre outros. 

Dulce Neves subia ao palco pouco depois da uma hora da manhã,  dia 1 de Agosto, dando pontapé de saída com um tema vibrante do seu vasto reportório. A partir daí, o salão CPLP, situado na zona de Odivelas/Pontinha, arredores de Lisboa, foi enchendo    com imigrantes guineenses oriundos dos quatro cantos da área metropolitânea de Liaboa.

LAY KOROBO-Lisboa

A diva da música contemporrânea guineense vibrou em palco,  demonstrado que a energia que a move desde a época de “Mama Djombo”, na década de 80, continua inesgotável. Dulce Neves foi acompanhado pelos músicos e conterrâneos radicados na terra  lusa nomeadamente Dpson (guitarra solo), Sídia Baio (guitarra rítmica), Sanhá (Baixo), Tony Bat (Bateria e coro), Mimito (Órgão) e Tony (Percusão).

O recinto estava, neste fim-de-semana, literalmente lotado de gente e a maioria era feminina, facto que deixou a estrela da noite orgulhosa. “Isto demonstra que as mulheres guineenses são activas  e onde quer que estejam, fazem algo para dignificação do nosso país”, diz Dulce ao Gazeta de Notícias.

O ponto alto do espectáculo foi, de facto, quando  a cantora guineense convidou para o palco duas figuras conhecidas no universo da nossa música: Sidónio Pais radicado em Paris, e Manecas Costa a viver na terra lusa. Dulce cantou em dueto com o primeiro, enquanto o segundo os acompanhava na guitarra, recordando os sucessos dos Kapa Negra, dos anos 80, entre outros.

  A canção “Dissan Na mbera”, um dos maiores sucessos de Dulce desde a era da orquestra Super Mana Djombo, sem dúvida, foi a que proporcionou maior alento. O público quase sem excepção,  dançou   a valer e acompanhou em coro o refrão do referido tema.

  Actuaram na primeira parte do espectáculo Maio Coopé, Domingos Mustasse, Mário Brabrém e jovem Pache de Rima.  Pelo meio, houve duas falhas de corrente eléctrica, que entretanto, não estragou a festa que se prolongou até as cinco e meia da madrugada.

Em jeito de balanço final, Dulce Neves disse: “estou muito satisfeito e emocionado com tanto calor humano”, e espera que ainda “mais iniciativas deste género, juntando a comunidade guineense num espírito de harminia e paz”. Por seu lado, Baba Queita, jovem guineense radicado em França, que patrocinou esta iniciativa garantiu que “haverá mais espectáculos”. E no próximo dia 21 de Agosto, “será a vez de Justino Delgado, actuar neste espaço”, revelou à nossa reportagem.

Depois de Lisboa, Dulce Neves segue em digressão por vários países da Europa nomeadamente Espanha, Luxemburgo e França. E entrará em estúdio, no final deste ano, para a gravação de um novo disco.   

 

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