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HAJA PAZ, SEGURANÇA E ESTABILIDADE - 25-11-2009

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Article posté le 25-11-2009

A jornalista Rosete Reis, chefe de Redacção da Rádio Bombolom FM, fala da Guiné-Bissau, das horas que se vivem depois dos acontecimentos que marcaram o país negativamente, sobretudo os últimos, que culminaram com o desaparecimento físico de figuras de proa da vida nacional.

Rosete Reis assegura que, de facto, muitos acontecimentos nefastos ensombraram a Guiné-Bissau, sobretudo os últimos casos dos meses de Março e Junho passados, mas com a realização das eleições presidenciais para o restabelecimento da ordem Constitucional, acha que neste momento o país reúne agora todas as condições necessárias para andar no caminho certo mas, sublinha que, “para que isso aconteça é necessário a colaboração de toda a sociedade guineense”.

 

A jornalista sustenta que “o meu maior sonho como cidadã nacional é ver uma Guiné-Bissau de paz, estabilidade, livre da corrupção e rumo ao desenvolvimento”, de forma a permitir que cada cidadão “possa viver e exercer a sua actividade num clima de tranquilidade total.”

 

Questionada se o Presidente Malam Bacai Sanhá juntamente com o Governo de Carlos Gomes Júnior estão a altura de dar aos guineenses a paz, estabilidade e levar a Guiné-Bissau rumo ao desenvolvimento, Rosete Reis diz esperar que Bacai Sanhá em colaboração com o Governo vão conseguir dar aos guineenses a paz e estabilidade.

 

“Essas duas personalidades podem coabitar sem problemas, a fim de garantir ao povo melhores condições de vida, que passa por ter bons hospitais, escolas, infra-estruturas adequadas, energia eléctrica, entre outros”, sublinhou a directora da Rádio Bombolom FM.

 

Solicitada a pronunciar-se ,sobre o que acha que é preciso fazer para que a Guiné-Bissau não perca esta oportunidade de caminhar rumo ao desenvolvimento, a responsável da Rádio Bombolom disse que o momento “é de arrancar de uma vez para a frente, e que toda a população guineense, particularmente as autoridades, devem agarrar muito bem esta oportunidade de maneira a tirar o país da situação de subdesenvolvimento.”

 

“Recordamos o desfile realizado no dia da independência e a recente celebração do dia das forças armadas, sob um ambiente de festa. Isso demonstra que as coisas estão a encaixar-se no lugar certo ,como nos princípios dos anos da independência.  Acho que agora toda agente quer demonstrar aquilo que pode fazer para o bem-estar do país”, precisou a jornalista para de seguida enfatizar que “as autoridades devem criar as condições de trabalho para permitir que cada cidadão guineense, onde quer que esteja, consiga dar a sua contribuição para o desenvolvimento da Guiné-Bissau”.

 

Rosete Reis sustenta que apesar do silêncio das populações, que não exigem nada às autoridades, têm o direito de ter melhores condições de vida, ou seja, ter emprego e ganhar bons salários de forma a poder garantir o pão de cada dia à família. A Jornalista diz que sonha, daqui para a frente, com uma “Guiné-Bissau mais bonita, com bons hospitais, ensino de qualidade…” No seu entender para transformar este sonho em realidade “é preciso a participação de todos, sem exclusão de ninguém”, porque defende ela “a missão de desenvolver a Guiné-Bissau é tarefa de todos os cidadãos.”

 

“Quero ver as pessoas saudáveis, a alimentarem-se bem. Porque a nossa terra tem todas as condições que nos permitem trabalhar para garantir a alimentação para as nossas populações. O Governo deve apostar seriamente na agricultura e na sua modernização”, afirma a jornalista que, entretanto, assegura que “só com um trabalho sério é que a Guiné-Bissau pode sair da situação em que se encontra e equiparar-se a outros países da sub-região.”

 

Falando do sector da comunicação social, Rosete Reis considera “a comunicação social guineense tem falta de tudo” por isso, aproveita esta ocasião para apelar as autoridades no sentido de começarem apoiar os órgãos da comunicação social.

 

“Merecemos uma atenção especial do Governo e dos seus parceiros de desenvolvimento, porque trabalhamos com muitas dificuldades que começa em materiais de trabalhos prolongando-se até aos salários. Se houver apoios devem ser concedidos a todos os órgãos da comunicação social do país. Não deve haver diferença entre os órgãos públicos e privados”, advoga Rosete Reis.

 

Indagada se tiver a oportunidade de falar ao Presidente Malam Bacai Sanhá que conselho lhe daria, a chefe de redacção da rádio Bombolom FM respondeu que diria ao Chefe de Estado para “ter calma e ser uma pessoa de diálogo no sentido de criar condições, em colaboração com o Governo, para que haja paz, segurança e o país se desenvolva que “é o sonho de todos os guineense.”

 

 

Assana Sambú

 

 

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