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CELEBRADO 52º ANIVERSÁRIO DAS FORÇAS ARMADAS: CEMGFA DESCARTA HIPÓTESE DE GOLPE DE ESTADO NO PAÍS - 18-11-2016

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Article posté le 18-11-2016

 O General Biagué Na N’Tan garantiu esta quarta-feira, 16 de Novembro, em Bissau, que não há qualquer possibilidade da alteração da ordem constitucional pelos militares tal como sucedeu a 12 de Abril de 2012 aquando do golpe de Estado que derrubou o então Governo.

 "Dizem que eu é que estou a impedir, mas o Presidente da República é o comandante-em-chefe das Forças Armadas. Logo, é meu chefe. Dar ordem ao Presidente da República implica dar golpe de Estado", explicou o Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas.

O General usava da palavra no Estado-Maior General das Forças Armadas, na cerimónia alusiva ao dia das Forças Armadas Revolucionárias do Povo, cuja data de fundação é 16 de Novembro de 1964. Garantiu que em nenhum momento os militares irão tomar posição contra o Presidente do país.

Biagué Na N’tan garantiu que “há respeito pelas hierarquias” sublinhando que os militares não estão interessados em golpe de Estado. Todavia, questionou a razão porque alguém, cujo nome não citou, terá apelado os militares a se juntarem a eles.

"A tropa não pode dar ordens ao Presidente da República; da mesma forma nenhum general pode dar-me ordens enquanto chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas", especificou o General.

Biagué Na N’tan aproveitou o ensejo para desmentir os rumores que dão conta de ter havido qualquer posicionamento dos militares contra a nomeação de qualquer figura política ao cargo de Primeiro-ministro.

"Ouvi dizer nas rádios que os militares não querem que uma determinada pessoa seja Primeiro-ministro. Isso é falso, uma vez que nós não podemos imiscuir em questões políticas", esclareceu o Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, para a seguir explicar que há pessoas interessadas em ver os militares metidos em confusão.

Biagué Na N’tan falou das consequências do golpe de Estado de 2012, realçando que em consequência das sanções impostas às chefias militares do país, estes foram impedidos a se deslocarem ao exterior para tratamento médico. Essas sanções tiveram um trágico resultado uma vez que um general das forças armadas faleceu por não ter podido ir tratar-se.

O ponto alto da cerimónia foi a promoção de 319 (trezentos e dezanove) militares, de cabo a capitão.

O CEMGFA falou dos projectos das Forças armadas, designadamente, a formação de quadros, aumento da produção e da produtividades nos diferentes campos agrícolas.

 

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