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Crise política: CEDEAO propõe saida da crise aprovada pelas partes - 11-09-2016

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Article posté le 11-09-2016

Crise na Guiné-Bissau: Mediação da CEDEAO propõe um plano de saída


Os actores da crise política que abala a Guiné-Bissau há mais de um ano aceitaram a proposta da saída da crise apresentada pelos dirigentes oeste-africanos em visita de mediação a Bissau no sábado, 10 de Setembro.
A delegação da CEDEAO manteve encontro com o Presidente José Mário Vaz, membros do Governo, membros dos partidos com representação parlamentar e diversos actores da sociedade civil.
A Guiné-Bissau atravessa uma profunda crise política na sequência da demissão do Primeiro-Ministro Domingos Simões Pereira, em Agosto de 2015, pelo Presidente José Mário Vaz, ambos militantes do PAIGC, o maior partido do país.
O professor Alpha Condé, mediador da crise bissau-guineense, e o seu homólogo da Serra Leoa
Ernest Baï Koroma , depois de oito horas de negociações obtiveram um compromisso político assinado pelas partes.
O documento contem seis pontos, designadamente, a implementação de um quadro permanente de diálogo que permita reflectir em conjunto sobre a crise, a formação de um governo de consenso, inclusivo, faltando definir o seu formato e quem vai chefia-lo.
Para evitar qualquer bloqueio nesta questão, os chefes de estado sugerem a implementação de um sistema de acompanhamento para apoiar o trabalho do representante residente da CEDEAO.
Naby Youssouf Bangoura, ministro de Estado, secretário geral da Presidência da Guiné (Conakry) explica que « a criação de um sistema de acompanhamento reforçado da CEDEAO» será feito «com o reforço do gabinete da representação da CEDEAO em Bissau, transformado em gabinete permanente, acrescido em equipamentos de acompanhamento. »
 Resta a espinhosa questão dos dissidentes expulsos do PAIGC cujo retorno à família política encontra resistência da parte de alguns dirigentes do partido. «Incentivar os 15 e os restantes do PAIGC a encontrar a unidade da família do PAIGC. Disseram-nos aqui, na Guiné-Bissau, que a origem das divisões está no PAIGC », comenta Naby Youssouf Bangoura.
Os chefes de estado lançaram as bases de uma solução de saída da crise cujo sucesso dependerá dos guineenses.

 

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