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Crise Política : PAIGC e ANP recusam participar da reunião de mediação na Presidência da Republica - 05-02-2016

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Article posté le 05-02-2016

O Presidente da Presidente da República por sua vez, adiou para dia 10 do corrente, a referida reunião devido as ausências das delegações do PAIGC e da Assembleia  Nacional Popular (ANP).

Contactado pela imprensa sobre os motivos da ausência dos libertadores no encontro de hoje, o Secretario Nacional do PAIGC, Ali Izagy disse que tem a ver com a presença na reunião dos 15 deputados expulsos desta formação política.

"O Presidente do partido já tinha endereçado uma carta ao chefe de Estado, José Mário Vaz sugerindo que a reunião se realizasse entre as instituições da Republica devidamente competentes e legitimadas para o efeito", contou.

Sobre a  acusação proferida  por Baciro Dja, segundo a qual o PAIGC é  o factor de bloqueio para a saída da crise, Ali Isazy respondeu negativamente e acrescentou que a principal vítima desta situação é o próprio partido.

Por seu lado, o Secretário-geral do Partido da Renovação Social (PRS), Florentino Mendes Pereira disse que esta ausência representa  a falta de vontade política da parte do PAIGC  de continuar na via do diálogo para encontrar uma solução para a crise política.

Mendes Pereira afirmou que o PRS continua a contestar a decisão tomada pela Comissão Permanente da ANP de cessar o mandato dos 15 deputados expulsos do PAIGC, alegando que essa deliberação deveria ser submetida a plenária para efeitos do seu pronunciamento. 

Em nome dos 15 deputados expulsos do partido, Baciro Dja lamentou as ausências e acusou o PAIGC de estar a bloquear a busca de saída para a crise que o país enfrenta.

Em carta dirigida quinta-feira ao Chefe de Estado, o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira condiciona a continuidade da participação do partido nas reuniões promovidas pelo Presidente Mário Vaz à satisfação da sugestão feita pelo partido: “não fazer sentar-se à mesma mesa, a Direção do PAIGC e os ex-deputados expulsos do partido”, por grave violação dos estatutos daquela formação politica no poder. 

 

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