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Ambiente - 08-01-2016

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Article posté le 08-01-2016

A Guiné-Bissau vai, a partir do primeiro trimestre deste ano, oficializar dois novos Parques Nacionais, com vista à extender as suas Áreas Protegidas das actuais  15% para  26.

A informação foi dada hoje à ANG pelo Director Geral do Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas, na sequência do acordo, esta quinta-feira em Bissau, de financiamento de um milhão de Dólares que o governo guineense disponibilizou à Fundação BioGuiné para a conservação do ecossitema no país. 

De acordo com Alfredo da Silva, as referidas reservas da biosfera serão criadas em Boé e em Dulombe, ambos no leste do país, correspondendo 11% do território guineense.

Da Silva considera esta medida de “muito” importante para a Guiné-Bissau, na medida em que isto demonstra que o pais está a cumprir com um dos engajamentos internacionais, nomeadamente no aumento da extenção da superfície de Áreas Protegidas em matéria da conservação da biodiversidade.

Assim, segundo ele, o país está a contribuir para a conservação da biodiversidade a nível sub-região oeste africana e mundial. No entanto, Alfredo da Silva alertou que a sua instituição precisa de 30 milhões de Dólares “para toda a gestão nacional das Áreas Protegidas a longo prazo”.

Entretanto, assegurou que, até este momento,  a Fundação BioGuiné tem a garantia, para este ano, de assistencias finaceiras num valor total de 8,4 milhões de Dólares das entidades como, a Fundação MAVA, o Fundo Francês para Ambiente Mundial (FFEM), o Fundo Mundial para o Ambiente (GEF, sigla inglesa). 

Falando da ajuda do governo ao sector ambiental, encarou isso como  fundamental para o IBAP e outras instituições que trabalham directa ou indirectamente no domínio da conservação da biodiversidade, porque vai ajudar na gestão das Áreas Protegidas e na conservação, á longo prazo, da biodiversidade na Guiné-Bissau”.

Alfredo da Silva informou que, até neste momento, as actividades da conservação da biodiversidade são financiadas apenas pelos organismos internacionais parceiros do país.

E, segundo as suas palavras, como estes apoios externos não são perpétuos, a Guiné-Bissau consciente desta realidade decidiu criar a Fundação BioGuiné com a missão de procurar os fundos internos e tambem no exterior, para colocar num banco com “garantia”, onde com os seus juros serão destinados a conservação da biodiversidade na Guiné-Bissau.

O Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP) foi criado pelo governo da Guiné-Bissau a 14 de Dezembro de 2004 para promover a salvaguarda dos ecossistemas e da biodiversidade assim como, para a criação e gestão das áreas protegidas e favorecer a utilização racional e equitativa dos recursos naturais.
 

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