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Economia
DIREÇÃO DA CÂMARA DO COMÉRCIO DA GUINÉ-BISSAU TOMA POSSE NO SÁBADO - 13-12-2015

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Article posté le 13-12-2015

NOVA ORGANIZAÇÃO REFORÇA SETOR EMPRESARIAL

A CDC-GB, organização do sector privado legalizada no passado dia 26 de Novembro, congrega no seu seio organizações que operam na área do comércio, que se afastaram da CCIAS (Câmara de Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços), devido às divergências profundas que abalaram o sector privado.

A CDC-GB surge como resposta institucional aos anseios de uma parte importante do tecido empresarial do país, tendo em conta a impossibilidade de qualquer coabitação entre as partes desavindas.

Esta é a segunda vez, que o sector privado guineense se divide em duas organizações. A primeira cisão teve lugar em 2004, devido ao mesmo género de conflitos, dando origem à criação da CACI (Câmara da Agricultura, Comércio e Indústria). 

Em 2007, sob a pressão estratégica do então Ministro da Economia, as duas câmaras fundiram-se dando origem à CCIAS. A integração da CACI na CCIAS teve defeitos estruturais que acabaram por originar a segunda cisão no seio da classe empresarial guineense. Três defeitos são apontados a partir dos estatutos e práticas então adoptados pela CCIAS renovada em 2009: a questão da incompatibilidade; o poder absoluto do presidente da Direção; e, a não  apresentação de relatórios de contas.

A maior polémica teve a ver com a questão da apresentação de Contas, ou seja, a não justificação do uso de bilhões de fcfa pelos responsáveis reivindicação que levou a cisão com a CCIAS. “Sendo fundos públicos, achamos inaceitável pactuar com a situação. E diante da impossibilidade de exigir a apresentação de contas, entendemos que a melhor solução seria a criação de uma nova instituição, que fosse capaz de aprender com todos estes erros, diz uma fonte da CDC-GB.

Para a investidura o convite foi endereçado a todos os operadores do setor privado e não só, diz fonte da CDC-GB que garante que “Não temos inimigos. Temos sim parceiros.”

De acordo com a CDC-GB, as associações que a integram representam a maior parte do tecido empresarial, não só porque se revêm nos seus ideais em defesa dos seus interesses, mas também, porque cria espaços institucionais que integram toda a diversidade da classe. 

Integram a Direção da nova Câmara delegados de cada uma das associações representativas das comunidades estrangeiras residentes e ativas no sector, cerca de 15, devidamente organizadas em termos associativos.

Todavia, a CDC-GB, segundo a fonte a que nos reportamos,  põe de lado as lutas e querelas no setor porque, diz a fonte “não levam a lado nenhum”. Por isso de olhos postos no futuro perspetiva a CDC-GB que a CCIAS seja transformada numa Confederação das Câmaras. “Isso dará mais força ao tecido emrpesarial nacional”. 
 

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