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“ÁGUA PURA” SERÁ ENGARRAFADA NO PAÍS - DIZ O ADMINISTRADOR DA EMPRESA - 02-07-2015

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Article posté le 02-07-2015

A breve trecho “Água Pura” vai ser transformada e ampliada, em breve, para um segmento do mercado mais exigente devendo ser apresentada em garrafas de diferentes tamanhos, garantiu o administrador da empresa.

Vicente Fernandes sublinhou que, se tudo correr como o previsto, até ao final do ano 2016 a empresa vai estar a altura de instalar a nova unidade de produção de água engarrafada na Guiné-Bissau.

“Para a materialização do referido projecto, já temos um terreno nas imediações do Aeroporto de Bissau; as infra-estruturas já estão a ser preparadas em Lisboa. Espero que até ao final do ano possamos ter uma nova unidade de produção de água“, disse.

Segundo Vicente Fernandes, a empresa vai, contudo, manter a produção da água em sacos de plástico, como tem feito até aqui, mas também, vai introduzir um outro segmento mais refinado que permita atingir outras escalas diferentes como hotéis, restaurantes, entre outros, em condições diferenciadas”, prometeu o empresário.

Vicente Fernandes garante que a Empresa Água Pura “manterá sempre a tónica de pureza total e tratamento de qualidade.”

Instado como surgiu a ideia da criação de uma unidade de embalagem de água no país, o empresário explicou que tudo começou há uns anos atrás em resultado de uma viagem que efectuou à Gâmbia onde teve a oportunidade de ver a experiência que não conhecia que é a comercialização da água em sacos de plástico, acrescentando que isso levou-o procurar saber como era feita.

“Constatei que este produto nos moldes em que era acondicionado atingia uma boa parte da população, uma vez que os plásticos, por serem mais baratos, obviamente, que todo o produto acabado podia ser vendido com um custo mais baixo do que normalmente os que conhecemos que são as garrafas de plástico”, informou.

Vicente Fernandes disse que foi nesse âmbito que visitou umas unidades de produção de água em Gâmbia e achou por bem transferir essa tecnologia à Guiné-Bissau que, na altura, não tinha nenhuma unidade de produção de água embalada em plástico.

“A partir daí, lançamos mãos a um conjunto de acções promocionais conducentes a que todos os consumidores tenham acesso a essa mesma água, denominada Água Pura. Graças a Deus, a nossa vontade e dedicação e, acima de tudo o nosso profissionalismo, permitiu que hoje possamos ter o grosso do mercado”, vincou.

Declarou que depois de instalar a empresa Água Pura no país, vieram outras similares mas, apesar disso, mantiveram sempre a primazia da clientela porque “neste tipo de actividade económica, é importante não só pensar no aspecto lucrativo”, mas, sobretudo, “é importante que se pense nos signatários finais que são os consumidores e eles querem sempre o melhor produto.”

“Nós temos como princípio basilar que a oferta deve ir ao encontro daquilo é a procura do consumidor. Temos dado um tratamento adequado que significa por as dosagens nos produtos, desinfecção e toda a clarificação da água para que, quando chega ao destino final o consumidor possa sentir-se satisfeito”, frisou.

Vicente Fernandes salientou que o processo de tratamento de água, a sua filtragem, condicionamento, venda às pessoas, muitas vezes têm os seus reflexos ao contrário do que as pessoas pensam, desde as viaturas, os trajes dos trabalhadores, os relacionamentos com os cientes entre outros.

“Nesse âmbito penso que somos a única empresa que corresponde aos desafios e apetência do consumidor”, disse.

O empresário garantiu que Água Pura veio para ficar no país porque atinge uma camada muito vasta da população, dado o valor que é comercializado, que é 50 francos para as vendedeiras.

Questionado sobre como adquirem matéria-prima para a produção da água, o empresário sublinhou que a matéria-prima básica é a água, frisando que o problema é todo o tratamento que antecede a embalagem.

“Como sabem a água tem alguns microrganismos e por mais tratamento que você dê ficarão sempre alguns resíduos. Mas tem que ter a capacidade de ter técnicos habilitados conhecedores de todas as temáticas que permitem que os produtos a serem utilizados que eliminam os microrganismos sejam em doses e quantidades certas e que estão devidamente armazenadas em recipientes condignos capazes de permitir que a água depois de ser tratada seja capaz de ser embalada para o consumo”, elucidou.

Segundo o empresário, existem as instalações adequadas e, desde o destino inicial até a sua embalagem não há contacto manual e corporal com a água.

A água desde que entra nos depósitos é tratada quimicamente para matar os microrganismos; seguidamente vai para as máquinas onde se encontram os respectivos rolos e conjunto de dispositivos electrónicos e operativos que aniquilam os microrganismos para, finalmente ser embalada.

São os conjuntos de requisitos que fazem a Água Pura ter muita aceitação no mercado tendo em conta que exige-se a produção de algo que seja credível no mercado e constitua mais-valia para a saúde pública.

 

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